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Ai, que lindo, ai, que triste, ai, que bom

  • Foto do escritor: Julia Costa
    Julia Costa
  • 10 de mar. de 2022
  • 1 min de leitura

Minhas últimas leituras foram dedicadas a aprofundar os conhecimentos em meditação.

Uma das lições que tirei, foi a de que quando você medita, você silencia a mente analítica e acessa o subconsciente, lá a capacidade criativa é enorme, sem as podas de tanto raciocínio crítico. Aliando uma intenção clara e uma emoção elevada, você é capaz de construir o seu mundo.

Eu já me sentia assim escrevendo, e agora me sinto assim meditando, a cada dia mais (loading...).

O passar da criação da mente para a emoção de construir a experiência no corpo (liberando neurotransmissores, neuropeptideos e hormônios), sem necessariamente viver fisicamente a experiência é libertador, te conecta a algo maior. Nada está tão longe que não possa ser alcançado por uma escrita ou por uma meditação.

Eu amo meditar, eu amo escrever, mas talvez o que eu ame mesmo seja ser a dona dessa criação que te liga a tanta coisa, essa experiência da vida, ou de coisas tão maiores que ela.


Vai um trecho da música que me deu esse insight: Odeon, que é linda no instrumental de Ernesto Nazareth, é linda na voz da Fernanda Takai, Nara Leão, Vinícius de Morais, e por que não, linda na nossa também?


Odeon


"Ai, meu chorinho, eu só queria

Transformar em realidade a poesia

Ai, que lindo, ai, que triste, ai, que bom

De um chorinho chamado Odeon"




 
 
 

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